Paraíba lidera queda do desemprego no NE no 4º trimestre de 2025, aponta IBGE

Redação Portal de JP

A taxa de desocupação recuou na Paraíba no quarto trimestre de 2025 para 6%, segundo dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados nesta sexta-feira (20). O resultado representa queda em relação ao trimestre anterior e coloca a Paraíba com o maior recuo entre os estados do Nordeste no período.

Os números integram a nova rodada da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, que detalha o comportamento do mercado de trabalho por unidades da Federação.

Além da Paraíba, também apresentaram retração nos indicadores São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Distrito Federal e Ceará. Nas demais unidades, o cenário foi de estabilidade.

No Brasil, o índice ficou em 5,1% no quarto trimestre, o menor já registrado na série histórica iniciada em 2012. O percentual representa queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre móvel anterior, consolidando tendência de recuperação do mercado formal e informal ao longo do ano.

Entre os estados com maiores taxas no período estão Pernambuco, com 8,8%, Amapá, com 8,4%, além de Alagoas, Bahia e Piauí, todos com 8,0%. Já os menores índices foram observados em Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, todos abaixo de 2,5%.

Confira o comparativo do Nordeste:

  • Paraíba – 6,0%

  • Ceará – 6,5%

  • Maranhão – 6,8%

  • Sergipe – 7,9%

  • Rio Grande do Norte – 8,1%

  • Alagoas – 8,3%

  • Pernambuco – 8,7%

  • Bahia – 8,7%

  • Piauí – 9,3%

Veja a relação das taxas anuais de desocupação no país:

  • Mato Grosso (2,2%)
  • Santa Catarina (2,3%)
  • Mato Grosso do Sul (3,0%)
  • Rondônia (3,3%)
  • Espírito Santo (3,3%)
  • Paraná (3,6%)
  • Rio Grande do Sul (4,0%)
  • Minas Gerais (4,6%)
  • Goiás (4,6%)
  • Tocantins (4,7%)
  • São Paulo (5,0%)
  • Roraima (5,1%)
  • Paraíba (6,0%)
  • Ceará (6,5%)
  • Acre (6,6%)
  • Pará (6,8%)
  • Maranhão (6,8%)
  • Distrito Federal (7,5%)
  • Rio de Janeiro (7,6%)
  • Amapá (7,9%)
  • Sergipe (7,9%)
  • Rio Grande do Norte (8,1%)
  • Alagoas (8,3%)
  • Amazonas (8,4%)
  • Pernambuco (8,7%)
  • Bahia (8,7%)
  • Piauí (9,3%)

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